O que estamos fazendo com Elas?

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Aconteceu09-01

Neste domingo foi comemorado o Dia Internacional da Mulher. Celebrado anualmente em 08 de março, a data é arcada por homenagens, debates e conferências em vários países do mundo.

O Dia Internacional da Mulher tem origem nas manifestações de mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho no início do século XX. Estas manifestações culminaram na Revolução Russa de 1917.

A data também é associada a uma tragédia que teria ocorrido em 1857 em Nova York, nos Estados Unidos, quando operárias teriam sido queimadas vivas após ocuparem o prédio de uma fábrica têxtil durante uma greve. Tal história, entretanto, não tem a autenticidade confirmada.

A partir da década de 1960 a comemoração tomou força e em 1977 o dia foi adotado oficialmente pelas Nações Unidas para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

Desde o final do século 19 as mulheres vêm alcançando cada vez mais direitos que eram restritos aos homens e ocupando espaços antes reservados a estes. Hoje elas têm direito a voto, exercem as mais variadas profissões e ocupam cargos de liderança em empresas e instituições públicas, chegando até mesmo à presidência de países.

Também foram criadas legislações que garantem maior proteção ao sexo feminino, como a Lei Maria da Penha, que no Brasil visa coibir os casos de violência doméstica. E mais recentemente as trabalhadoras domésticas tiveram os seus direitos trabalhistas ampliados.

É necessário, entretanto, que a sociedade reflita sobre o valor da mulher na atualidade. Elas continuam sendo vítimas da violência praticada das mais diversas formas. Segundo a ONU, 5 milhões de mulheres sofrem de complicações devido à falta de serviços de saúde reprodutiva. A violência doméstica também é grande: de acordo com a Organização Mundial de Saúde, 35% dos assassinatos de mulheres são cometidos pelos parceiros. Ainda segundo a ONU, um em cada 10 jovens foi vítima de estupro ou violação até os 20 anos, e cerca de 135 milhões de mulheres vivas já sofreram mutilação sexual devido a práticas culturais e religiosas, em países da África e do Oriente Médio.

Outro tipo de violência são os abortos legalizados e clandestinos que as mulheres são incentivadas a fazer e causam morte ou sequelas físicas e psicológicas. Também chamam a atenção os casos de estupros coletivos, como os ocorridos na Índia.

É oportuno destacar a forma danosa como o sexo feminino tem sido tratado principalmente no mundo ocidental. Por aqui tem sido implantada uma inversão de valores em que a mulher passou a ser exaltada por seu corpo. Nesse sentido, ela é tratada cada vez mais como objeto de satisfação sexual. As músicas utilizam expressões pejorativas para nominá-las e os programas de televisão se valem do erotismo na busca por audiência.

Sob o discurso de uma falsa liberdade a mulher é estimulada a expor o seu corpo e a ter uma vida sexual promíscua, de sorte que o homem passou a ter acesso, com surpreendente facilidade, àquilo que antes demandava maior esforço e respeito.

Em contrapartida, a Palavra de Deus propõe um tratamento amoroso e respeitoso à mulher. De acordo com o relato bíblico os homens que tinham comunhão com Deus em nenhum momento aparecem agredindo suas esposas. Ao contrário, são tratadas por eles com respeito, carinho e como conselheiras. Em Efésios 5.25 é dito: “maridos, amai vossas mulheres como Cristo amou a Igreja”.

Embasada nestes princípios a Igreja tem sido agente ativo na valorização da mulher. Anualmente a exposição do Evangelho de Jesus faz com que milhares de homens deixem de agredir suas esposas. E os que já as tratam bem, passam a cuidar com ainda maior zelo e amor. Ademais, são realizados congressos, cursos e debates visando expor a importância da mulher, de sorte que a Igreja tem dado amplo espaço para que cada vez mais elas exerçam o seu papel fundamental.

Parabéns às mulheres e que Deus abençoe a todas.

 André Falcão

Fontes: Sites da ONU, Wikipédia, Agência Brasil, Compromisso e Atitude, Notícias Terra, e Brasil Escola.

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