Sedes sóbrios

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Aconteceu10-01

Estimulados  pela academia, acessamos ao trabalho em conjunto da jornalista Naiara Magalhães com o administrador de empresas José Alberto de Camargo. Verificamos  que a obra  busca encontrar o caminho para mantermos a sanidade num mundo cada vez mais enlouquecedor, conforme comentários do médico e escritor Drauzio Varella.

Nos detemos no capítulo 5 do livro “NÃO É COISA DA SUA CABEÇA” para examinarmos suas informações e chegarmos à conclusão de que o “alcoolismo” interpretado inicialmente como o “lubrificante social”, percentual elevado de consumidores, acabam chegando à ruína e queda , também no aspecto emocional.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dados coletados em 08.09.2011, 2 bilhões de pessoas consumiam álcool em todo o mundo.

Segundo o último censo do IBGE, em 2010, com a população brasileira atingindo 190.755.799 pessoas, 12 milhões estavam enquadrados na triste realidade do alcoolismo em Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas.

Embora seja amplamente consumido e socialmente bem aceito, o álcool causa enorme impacto na saúde das pessoas.

De cada quatro homens que fazem uso de álcool, um se torna “dependente dele”. Entre as mulheres, a proporção é de uma entre dez.

As bebidas alcoólicas servem de fuga ou apresentam-se como muleta para lidar com diversas dificuldades – baixa autoestima, timidez,conflitos familiares, desamparo afetivo, dificuldade de comunicação em casa, baixo desempenho escolar, ambientes violentos e condições de vida precárias estão entre os principais fatores de risco identificados pelos especialistas.

O acesso facilitado às bebidas alcoólicas e ambientes tolerantes ao seu consumo ajudam a compor um cenário favorável ao desenvolvimento da dependência. Pais que fazem uma vigilância mais frouxa em relação à bebida e às drogas e que não estabelecem regras claras de conduta, lares onde os “vínculos de apego” são fracos e famílias em que há muitos problemas de “diálogo e relacionamento” constituem um importante fator de risco para o uso nocivo e a dependência do álcool.

A publicidade do álcool contribui para o aumento do hábito de beber entre jovens.

Enquanto isso, nos bastidores da dura realidade do consumidor de álcool , há um clamor por ajuda!
É frequente as ocorrências seguintes:
– Render menos no trabalho;
– Pedir adiamento de prazos para cumprir tarefas;
– Faltar expediente porque está de ressaca;
– Tornar-se antissocial ou sociável demais;
– Esquecer de coisas, porque exagerou na bebida;
– Relação insatisfatória com o cônjuge;
– Engordar ou sentir-se inchado com a bebida;
– Por dirigir alcoolizado sofrer acidente, mesmo que leve, ou ser vítima de pesada multa.

No Brasil, 28% da população adulta bebe de maneira nociva, consumo que popularmente chama-se “tomar um porre”.

Beber de maneira pesada – grandes quantidades em pouco tempo, numa mesma ocasião – muitas vezes não configura alcoolismo, mas é um comportamento que preocupa os médicos tanto quanto a dependência. Tecnicamente, é definido como a ingestão de 4 doses de bebida ou mais, num certo espaço de tempo ( cerca de 2 horas ), no caso das mulheres, ou 5 ou mais doses, no mesmo período, no caso dos homens.

O aumento do número de mortos em acidentes de trânsito de 29.000 pessoas, em 2000, para 40.000 em 2010, estimulou o governo brasileiro a aumentar o rigor da legislação referente ao hábito de dirigir depois de beber.

O hábito de usar drogas em excesso é considerado um tipo de transtorno mental porque essas substâncias atuam no cérebro, provocando alterações no humor, na consciência e no comportamento, e podem causar  dependência , comprometendo a saúde, a vida prática e as relações das pessoas que fazem uso dela e dos que estão a sua volta.

Dentre os tantos tratamentos que instituições humanitárias se doam para obter melhoras e curas para estas pessoas escravizadas pelo vício do alcoolismo, a Igreja não se furta em ajudar a resolver o problema. Inúmeras casas de recuperação espalhadas por todo o Brasil, de forma anônima mas efetiva, têm contribuído com  os efeitos regeneradores da Palavra de Deus sobre vidas destruídas que estão sendo resgatadas.

A Bíblia nos mostra consequências ainda mais graves, porém, nos dando a esperança de uma restauração acima de todas as expectativas.

Em Corinto se a embriaguez escancarava a porta de acesso para a prática dos mais variados excessos, também alertava Paulo que com essa mesma embriaguez perdia-se o PASSAPORTE de entrada para a Pátria Celestial. Porém em 1Co 6.11, o apóstolo dos gentios apresenta a “extraordinária” condição que a nova conduta, após conhecerem a Jesus, pessoas que antes eram consideradas irrecuperáveis, agora apresentavam-se “curadas”, lavadas, santificadas, justificadas, possuidoras do passaporte para as “mansões celestiais”.
“SEDE SÓBRIOS E ESPERAI INTEIRAMENTE NA GRAÇA QUE SE VOS OFERECEU NA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO”  (1ª Pe 1.13)

 Ev João Batista

FONTES : NÃO É COISA DA SUA CABEÇA/ Naiara Magalhães; José Alberto de Camargo – Editora Gutemberg,2013
Resumo Crítico do Capítulo 5
Cadeira do STCF – Aconselhamento Pastora

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