MÃE – REFLEXO DO AMOR DE DEUS

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Aconteceu17-01

Na próxima semana, quando retornarmos, o mundo já terá celebrado mais “um dia das mães”.
Até lá muitas partirão e outras estrearão no sublime ministério da maternidade.
Sonhos da adolescente, planos da jovem, realização da mulher, certamente estas etapas fizeram e continuarão fazendo parte da realidade de ser mamãe.
Independente do quanto crescemos e aumentamos de peso, quando nós os filhos, voltamos a ela nos sentimos pequeninos e “magricelas”, carentes de cuidados.
E ela não se faz de rogada! Prontamente, “agora não mais de chinelo na mão nem de avental todo sujo de ovo, mas com o mesmo carinho e o mesmo cuidado nos faz começar tudo, tudo de novo!”

O dia das mães ultrapassa o encontro social, supera o comercial e alcança o íntimo do nosso coração que transbordante de amor e gratidão revelamos para todos o quanto amamos uma que é única.
A celebração coletiva não obscurecerá o afeto permanente do filho e o valor do seu presente, que no seu orçamento pode caber mais vezes por ano.

Mãe não cobra, mãe ama generosamente!
A Bíblia classifica como insensato o filho que entristece sua mãe (Pv 10.1). A Bíblia também nos conforta com a alternativa do CAMINHO SANTO e diz: QUEM QUER QUE POR ELE CAMINHE NÃO ERRARÁ, NEM MESMO O LOUCO. Nem mesmo o imprudente.
JESUS AJUSTA VIDAS, JESUS EDIFICA FAMÍLIAS.
Se toda paternidade tem o seu arquétipo em Deus, conforme Russell Shedd, ele também ousa dizer que Deus não oferece melhor comparação para Seu infinito amor do que o amor de uma mãe;

Is 66.13 – COMO ALGUÉM A QUEM SUA MÃE CONSOLA, ASSIM EU VOS CONSOLAREI;

Com Eunice, sua mãe, Timóteo aprendeu o que era fé.
2Tm1.5 – Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.
Fé é sobrenatural… não é algo que se possa criar em outra pessoa, mas pelo Espírito Santo em nós, podemos demonstrar os seus efeitos.
As mães cristãs com seus belos exemplos de vida, são instrumentos de Deus para levarem seus filhos a irem além do “bom comportamento”, a serem “verdadeiras moradas da fé”.
Traga à memória os momentos de ensinamento, de afeto e de amor materializados através do acalento, do abraço, do beijo, das primeiras palavras, primeiras letras, da oração da sua mãe com você.
Lya Luft diz que as boas memórias não têm preço, porque nada custam ao nosso bolso, ninguém as pode roubar, e nada no mundo poderia pagar por elas.
Conheço um homem de 62 anos que com sua mãe de 81, ainda hoje recordam-se da oração, do horário e do local em que juntos se ajoelharam quando o filho completou 7 anos, o que a mãe naquela oportunidade chamou de idade da razão.

Bem-aventurado o bom filho, ele contempla na sua esposa a perpetuação dos mesmos sentimentos da sua mãe, agora aplicados aos seus filhos.

FELIZ DIAS DAS MÃES!

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