Liberdade para os encarcerados

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Aconteceu18-01 (2)

Foi divulgado na última quarta-feira, dia três de junho, o estudo “Mapa do Encarceramento: os Jovens do Brasil”, ela Secretaria Geral da Presidência da República. O estudo mostra que a população prisional no Brasil cresceu 74% em um período de sete anos, entre 2005 e 2012. Em 2005, o número de presos no país era 296.919. Sete anos depois, passou para 515.482 presos. A população prisional masculina cresceu 70%, enquanto a feminina aumentou 146% no mesmo período. De acordo com o levantamento, 38% dos presos estão sem julgamento. Pelo menos 61% deles foram condenados e 1% cumpre medida de segurança. Entre os condenados, 69% estão no regime fechado, 24% no regime semiaberto e 7% no regime aberto.

Segundo o estudo, o crescimento foi impulsionado pela prisão de jovens, negros e mulheres.

O Ceará apresentou o mesmo percentual de crescimento da população carcerária, 74%, chegando a um total de 17.622 presos em 2012. É a segunda maior quantidade de presos entre os estados da região Nordeste, atrás apenas de Pernambuco, com população carcerária de 28 mil presos, segundo o estudo. Enquanto o crescimento do número de presos no Brasil se deu principalmente pelo aumento de presos por roubos, no Ceará, a maior parte das prisões entre 2007 e 2012 ocorreu principalmente por acusações de homicídios.

Diante destes números, duas reflexões são válidas para o povo de Deus. Uma delas é quanto à responsabilidade da igreja sobre estas pessoas, que estão proibidas de conviver em sociedade até que cumpram sua pena, isso quando o julgamento já foi determinado. Somente no Ceará, são mais de 17 mil vidas, se considerarmos os números de 2012, que precisam da liberdade que somente Cristo pode oferecer ao homem. Mesmo atrás das grades, estes jovens, homens e mulheres, podem ser livres para servir e adorar a Jesus. Como parte da missão da igreja, o povo de Deus deve ir e pregar o evangelho a toda a criatura, inclusive aos que estão encarcerados.

A segunda reflexão é quanto à gratidão que cada cristão deve ter por já ter sido prisioneiro do pecado, e hoje pode desfrutar da liberdade conquistada por Jesus na cruz do calvário. O estudo divulgado na última semana diz que 38% dos presos do Brasil estão sem julgamento. Para o pecador, porém, a condenação já está estabelecida: o salário do pecado é a morte. O preço a ser pago pelo pecador é a separação eterna de Deus. Mas, este veredito pode mudar a partir do momento em que o pecador se arrepende e confessa que não pode oferecer nem mesmo todos os anos de sua vida para pagar pelas suas falhas. Somente por intermédio do Advogado Jesus o homem pode alcançar salvação, e ter o direito de ser livre para sempre. O perdão de Deus está à disposição de todos. Nenhuma cadeia promove tanta separação quanto o pecado em relação a Deus. Porém, nenhuma prisão é forte o bastante para resistir ao seu amor.

 

Fontes da notícia: G1; Agência Brasil.

 Pollyana Falcão

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